LIBER LIBERI VEL LAPIDIS LAZULI PDF

O som de uma flauta em bosquetes escuros que crescem nos montes mais distantes. Mas que tenho eu a ver com essas coisas? Meu Deus, como eu Te amo! Eu sou uma ave branca, e me empoleiro em Ti. Eu sou Ele.

Author:Tauk Kagagal
Country:Egypt
Language:English (Spanish)
Genre:Health and Food
Published (Last):24 September 2018
Pages:482
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ISBN:939-9-43708-328-9
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O som de uma flauta em bosquetes escuros que crescem nos montes mais distantes. Mas que tenho eu a ver com essas coisas? Meu Deus, como eu Te amo! Eu sou uma ave branca, e me empoleiro em Ti. Eu sou Ele. Que meu grito de dor se cristalize num viadinho branco que foge para dentro da floresta! Eu sou maior que a raposa e o buraco. Eles lanceiam os malvados. Meu Deus! Eu baseei tudo em um, um em nenhum. Eu Te amo.

Eu subo verticalmente como uma flecha e me torno Aquilo acima. Mas Oh! Eu Sou Ela que viria, a Virgem de todos os homens.

Para sempre! Eu tive medo. Assim elas pararam de lutar e voltaram-se contra mim, e eu fui duramente esmagado e dilacerado. Eu preferiria ter sido espezinhado pelo Elefante do Mundo. No entanto Tu sustentas o Elefante do Mundo.

Vinho jorra dos seus negros mamilos. Mais frio que todo o gelo de todos os glaciares da Montanha Pelada foi o vinho que ele verteu para mim. Tu no meio! Por que deveria eu persistir? Por que? E o riso se alastra. Estes homens e mulheres deliram e uivam; eles espumejam tolice. Eu amo Teus beijos escuros, sangrentos e fedegosos! Eu disperso a gente louca da terra; eu caminho sozinho com meus fantochitos no jardim.

O Universo treme; Tu o olhaste. Vem a mim agora! Eu Te amo! Sono, apossa-te de mim! Morte, apossa-te de mim! Que eu volte para o mundo; sim, volte para o mundo. Mas em meu templo ficou Baco o sacerdote de Ammon-Ra. Excedentemente; sim, nos divertimos muito! Mas vede! Assim eu adorei o Deus. Eu que fui sacerdote de Ammon-Ra, que vi o Nilo correr por muitas luas, por muitas, muitas luas, sou o viadinho da terra cinza.

Retira a forma e sua comitiva! Eu decepo -- e o sangue faz como que um poente no lapis-lazuli do Quarto de Dormir do Rei. Eu decepo. De novo a voz inumana! Mas ai da gente da terra cinzenta, meu Deus! Eu sou duro, e forte, e macho; mas venha Tu! Eu serei macio, e fraco, e feminino. Mais fundo, sempre mais fundo.

Eu caio, mesmo como o Universo inteiro cai no abismo de Anos. Pois a Eternidade chama; o Sobremundo chama; o mundo do Verbo nos espera. Quem sabe onde vou cair? Deixa-me cair! Nos bolos castanhos de trigo provaremos a comida do mundo, e seremos fortes.

Tu crepitas estalando os mundos. Tu foste como um cavalo branco alado, e eu Te fiz correr pela eternidade contra o Senhor dos Deuses. Tu foste como um floco de neve caindo nos bosques de pinheiros. Sobre antigo pergaminho estava escrito em letras de ouro: Verbum fit Verbum. Mas Eu e tu pegaremos nossos peixes da mesma forma. Eu pulo de pego em pego em minha alegria; eu sou belo de castanho e ouro e prata. Eu me lembro de como inundamos os lagos amargos com nossa torrente de ouro; como afundamos a imagem preciosa na cratera de Citlaltepetl.

Sim, Tu foste uma estranha ave escarlate com um bico de ouro. Havia um esquisito Deus alado que nos falou de sua sabedoria. Eu Te amo, eu Te amo. Que nada seja! Caiam todas as coisas neste oceano de amor! Ah Deus, tudo foi! Tu consumas Tua raptura. Todas estas tem um sabor averso. Primeiramente cai o mundo tolo; o mundo da velha terra cinza. Sorrindo o saudamos com os sinais secretos.

Em nossos bosques, em nossas celas claustrais, em nosso favo de dita, bebamos, bebamos! Tu Deus Gladiador! Eu toco minha harpa, Tu lutas contra as bestas e as flamas. Tu e eu somos queridos do Imperador. Ele se levanta um homem livre! Pois vede! Vede as luzes e as flores e as donzelas! Aspirai os perfumes e as nuvens de deuzinhos como ninfas do bosque que habitam as narinas!

Eu Te espero dormindo, acordado. Eu me lembro de Teu primeiro beijo, mesmo como deve uma donzela. Nem nos atalhos escuros houve outro; Teus beijos perduram. Tu linda serpente de Apep! Um fim para as letras das palavras! Oh alegrai-vos! Eu sou o Revelador e o Preparador. Eu sou o Iniciador e o Destruidor.

Em que recessos escondereis nosso amor? Ah, escravos! Meu querido! Pois assim mesmo devemos velar o brilho de nosso Ser. Nada atendas! Traduzido por Marcelo Ramos Motta. Alguns direitos reservados.

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Liber Liberi vel Lapidis Lazuli Adumbratio Kabbalae Aegyptiorum sub figurâ VII

Into my loneliness comes — 2. The sound of a flute in dim groves that haunt the uttermost hills. Even from the brave river they reach to the edge of the wilderness. And I behold Pan. The snows are eternal above, above — 6. And their perfume smokes upward into the nostrils of the stars. But what have I to do with these?

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Liber Liberi vel Lapidis Lazuli

Ты прекрасен, Ты белее женщины в колонне этой вибрации. Я вздымаюсь вертикально, словно стрела, и становлюсь тем, что Выше. Но это смерть, это пламя погребального костра. Взойди на этот костер, о, душа моя! Твой Бог, словно холодная пустота самых высоких небес, куда ты излучаешь свой слабый свет. Чем Ты будешь, мой Бог, когда я перестану Тебя любить? Ничтожеством, ничем, презренным отродьем.

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Liber Liberi vel Lapidis Lazuli Adumbratio Kabbalae Aegyptiorum Sub Figura VII

Главная Телема Алистер Кроули. Произведения по Магии и учению Телемы Алистер Кроули. Даже и не знаю, как объяснить, каким образом я это сделал. Не могу даже утверждать, что это было автоматическое письмо. Могу сказать лишь, что в процессе я не вполне осознавал смысл записываемого, но чувствовал, что не имею права изменять ничего, вплоть до начертания букв. Книги эти записывались невероятно быстро, без малейших перерывов на обдумывание, и не подлежали последующей редактуре. Его отличает устойчивая приподнятость, на которую я совершенно неспособен, и она перевешивает любые интеллектуальные возражения, какие только я мог бы выдвинуть.

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